O novo Estatuto do Instituto Mauá foi aprovado, nesta terça-feira (24/1), durante Assembleia Geral Extraordinária convocada pelo presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, Antenor Barros Leal, que acumula as duas presidências. O grande objetivo das mudanças foi promover o dinamismo do Instituto, deixando também sua estrutura mais enxuta.
Os associados, que antes eram “associados colaboradores” passam a ser “contribuintes”. No Estatuto anterior, havia a Assembleia Geral, Diretoria Executiva, Conselho Fiscal e Conselho Deliberativo. Com o novo estatuto, o Conselho Deliberativo sai e ficam apenas Diretoria, Assembleia Geral e Conselho Fiscal.
A Diretoria será composta pelo presidente da ACRJ, que nomeia o vice-presidente, o vice-presidente Administrativo e Financeiro e o vice-presidente de Patrimônio. Todos terão mandatos de dois anos a serem conduzidos e nomeados pelo presidente.
O exercício financeiro será compatível com o da ACRJ, que começa no dia 1° de julho e vai até 30 de junho. Já os associados passam a ser ilimitados – no antigo Estatuto, havia previsão de, no máximo 33 colaboradores.
A essência do Instituto não foi alterada e as atribuições foram mantidas. O presidente Antenor Barros Leal manteve uma atribuição incluída na gestão anterior: o Instituto continua responsável pelo gerenciamento do Centro de Memória da ACRJ.
“O Instituto Mauá era uma entidade sem ações definidas e o que fizemos foi atribuir-lhe um o norte: o que a ACRJ pode fazer e o que o Instituto fará. Propus que o Instituto Mauá tivesse uma organização estatutária que lhe desse mais fluidez e condição de funcionar. Do contrário, fica difícil de reunir e agir, e a prática é fundamental. A partir de agora, reuniremos a diretoria, para entender o que a ACRJ não pode fazer e o que o Instituto Mauá pode”, explicou o presidente Antenor Barros Leal.
Na prática, o presidente definirá as diretrizes do Instituto, de maneira que não conflita com as atribuições da Associação, buscando o que a ACRJ não pôde explorar. No passado, houve projetos que a Associação não pôde se vincular porque o Estatuto não previa, por exemplo, o desenvolvimento de atividades culturais, o que o Instituto Mauá passará a ter como essência.
